quinta-feira, 17 de março de 2016

Mas, tentarei dançar


Há um pouco de tudo dentro de mim, do que se foi na minha vida, do que é, e o que virar a me constituir."O que não mata, engorda". Não sei do que gosto, mas sei do que não gosto. A postura comanda seus ímpetos."Freia sua boca e freará seu corpo todo". Transfigurar sua alma é se arrepender de tudo e não se arrepender de nada! "Pois nada lhe é pecado".Por que o que é ,é. E, o que não é, não é. O tempo mostra que o jiló é bom e o doce lhe amarga. Modificamos a todo momento.Portanto nunca serei o que fui.Nunca encontrarei o que sou. E nunca chorarei no meu luto.

Mas, tentarei dançar....
Deusa Matos

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Serpente

Tranquilizemos a parte instintiva que reside em nosso interior. Devemos observá-la com cuidado e harmonizá-la com nosso verdadeiro eu. Essa parte instintiva deve ser controlada e direcionada, não permitindo que se torne descontrolada. Ela é única e contribui para a construção da sabedoria, da inteligência e da sexualidade. No entanto, se não for devidamente canalizada, pode se dividir e criar problemas, transformando-se em nosso tormento interior. A definição do que é certo ou errado muitas vezes é subjetiva e complexa.

domingo, 3 de maio de 2015

Montanha

Em uma tarde de primavera, outono ou inverno, eu sempre percorria uma rua, pois era meu caminho, que levava a uma encruzilhada de sete pontas. Dentro desta encruzilhada, havia uma árvore. Fenomenal! Seus galhos, de grande grossura, constituíam, em meu ser, a glória das diferenças.

A árvore parecia abrigar dentro de si um coração humano; no entanto, era muito mais que isso, era o nosso próprio pulmão. O pulmão da Terra. Quando ela se movimentava com seus galhos imensos, com sua soberania e majestade, eu me deliciava com sua presença. Ela habitava ali há muitos anos e ainda persiste no mesmo lugar, transformando o ambiente hostil da construção humana ao seu redor em um encontro de dois mundos: concreto e a velha natureza que um dia pairou no local.

A mão do artista a esculpiu como se nos convidasse a subir sobre ela, pois havia em seus talos uma forma de cadeira para se sentar. Lá onde ela habita, existe um farol, o encontro com vários mundos e pessoas em seu caminho. E ela lá, a se mover com os ventos e chuvas. Tudo, ela pode ter testemunhado lá, pois aquela esquina é dela. No entanto, ninguém sabe, ninguém a vê.

Ali também existe um rio, mas só podemos vê-lo quando ele toma conta de toda a encruzilhada da velha árvore, e os carros com seus donos ficam enfurecidos com o cruzamento e seu transtorno, especialmente em horas de pico ou feriado. Afinal, suponhamos que a natureza mostre sua majestade. As pessoas só existem por acaso, enquanto a natureza da Terra domina o mundo.

D.M.

domingo, 1 de fevereiro de 2015

minha mãe.... stranger man

19 de setembro dia da mãe 

"Há tempos que não escrevo. As notícias perderam o sentido. Envelheci: já não sou mais a mesma que conheci. As marcas que carrego me fazem lembrar o quanto vivi. São histórias, são caprichos esquecidos, são contos alegres e tristes da vida de uma menina. As coisas de criança ficaram para trás. A falta se faz presente na hora de dormir e quando saio de casa. Ah, como era! "Deus te abençoe". Mas nada está como foi deixado. Não sou mais a mesma que vejo no espelho. Existem duas de mim. Uma metade é tudo o que me ensinaram, e a outra é o que me deixaram na estrada da vida. Minha amplitude se consolida com uma versão de tudo o que vejo, de tudo o que sonho."

domingo, 9 de novembro de 2014

stranger man introdução a vida : o professor!



"Assim, quando me contemplo, amei de fato. Envolveu-me numa circunstância que estava em lugar algum, na hora certa, no momento exato. E então, pude relaxar, pois havia um sonho. Hoje em dia, tenho ciência de que isso tem nome... Autoestima.

Porque amei de fato meu ser, tive a capacidade de entender que minha angústia está reservada a mim, que me é devido o sofrimento emocional. Não posso suportar um sinal de que estou indo contra minhas verdades, assim desisto de mim, e dói... muito! Agora sei por que isso:... tenho uma identidade.

Assim como amei a veracidade das coisas, parei de almejar o que me serve nesta vida se ela fosse diferente. Dei início a observar que tudo o que advém contribui para o que me interessa no crescimento humano. Hoje em dia, chamo isso de... Maturidade.

Assim como amei de fato meu ser, começo a perceber como é humilhante arriscar impelir determinada circunstância ou alguma pessoa só para atingir aquilo que me dá aspiração. Mesmo tendo conhecimento de que nem sempre é o momento certo ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo. Hoje em dia, sei que a alcunha disso é... Consideração.

Assim como me amei de fato, dei início a me livrar de tudo o que não fosse benéfico. O sujeito, serviço, tudo e qualquer passagem que me colocasse para baixo. A princípio, minha razão apelidava minha atitude de egoísmo. Hoje em dia, sei que se chama... Amor-próprio.

Assim como amei de fato o meu ser, abandonei o medo de ter meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonando as concepções do futuro. Hoje em dia, faço o que gosto, mesmo que muitas vezes não saiba ao certo do que gosto, apenas prossigo na simplicidade dos meus desejos. Hoje em dia, sei que isso é... Candura.

Desisti de querer sempre ter razão e, com isso, tive a oportunidade de ouvir, sentir. Tive um grande desequilíbrio, quando vi que não sou humilde no saber, entretanto o meu professor o é... Hoje deparei-me com a... Humildade.

Desobriguei-me de ficar revivendo o passado e preocupando-me com o futuro. Hoje em dia, mantenho-me no presente, que é o lugar de origem (ou nenhum lugar) da história na qual ocorre a vida como ela é. Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é... Perfeição.

Minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada com conhecimento. Meu professor sabe viver! Não como um ser superior, mas sim como um ser que não se envaidece com o seu conhecimento! E sim, encanta!"

fantasias......... e conhecimento duma grande metáfora....

Aquela fantasia dum mundo tanto maior num desenho que retini toda a lamentação, de seres humanos bem controlados e amarrados por necessidades de amores e paz (KKKKKK) faz me rir são temores de que tudo vem aos empurrões outras comuns, por mais peregrino  que há no seu conhecimento outras pessoas tiveram também,  além disso bem longe você vai trafegar na sua idéia que alguma pessoa esteve lá antes de você.

Num mundo da ideia, neste mundo perfeito, quando é criada a  historia.

É tudo uma ilusão! As pessoas fazem de contas! No mundo verdadeiro!

Que confusão!

 As pessoas vivem na terceira margem do rio!

Como são preparadas nossas próprias almas, e, muito menos sabemos das almas dos outros.

A criatura humana não caminha  com algum caráter  para oferecer toda a extensão da passagem. Ser dono de uma mata virgem num todo; capoeira na seca, ou seja, até o próprio a admiração das razões das aves são uma incógnita. No mundo da ideia,na qual não há poligamia.

Nisto no liame da vida  vamos todos sozinhos, e gosto mais assim. Ininterruptamente que é ter simpatia, sempre bom esta acompanhada, será sempre no dever ser entendido seria intolerável termos uma família de contos de novelas.

A sua família não precisa existir por que mãe e pai morrem rápido, faça você melhor para seus filhos e marido e construa melhor que sua mães.


Mesmo assim um dia morreremos e mostraremos o que realmente restou de nossa linhagem, você é infelizmente meu retrato.

Só faça melhor

domingo, 26 de outubro de 2014

autoestima

   

Quando passei a me contemplar e me amar verdadeiramente, percebi que estava no lugar certo, no momento certo. Isso me permitiu relaxar, pois havia um senso de propósito. Atualmente, reconheço isso como autoestima. Amar verdadeiramente a mim mesmo me permitiu compreender que é normal enfrentar angústia e sofrimento emocional, especialmente quando estou indo contra minhas próprias verdades. Agora, entendo que tenho uma identidade.

À medida que apreciei a verdade das coisas, parei de desejar que a vida fosse diferente e comecei a valorizar tudo o que contribui para o crescimento humano. Hoje, chamo isso de maturidade. Também percebi como é contraproducente forçar circunstâncias ou pessoas para atingir minhas aspirações, sabendo que nem sempre o momento ou as pessoas estão preparados, inclusive eu mesmo. Isso é o que chamo de consideração.

Amar verdadeiramente a mim mesmo me levou a eliminar tudo o que não é benéfico para mim, seja uma pessoa, uma ocupação ou qualquer coisa que me prejudique. Inicialmente, minha mente rotulava isso como egoísmo, mas agora sei que é amor-próprio.

Amar a mim mesmo também me permitiu abrir mão do medo de preencher meu tempo livre com planos constantes ou preocupações com o futuro. Agora, faço o que gosto, mesmo que muitas vezes não saiba o que é, e sigo a simplicidade dos meus desejos. Chamo isso de candura.

Desisti da necessidade de sempre estar certo e aprendi a ouvir e sentir. Descobri a humildade, reconhecendo que, embora minha mente possa ser talentosa, meu professor, o coração, é mais sábio.

Finalmente, deixei de remoer o passado e de me preocupar com o futuro. Agora, vivo no presente, onde a vida acontece. Vivo um dia de cada vez, buscando a perfeição nessa simplicidade.

Minha mente pode às vezes me atormentar, mas quando a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma valiosa aliada. Meu professor, o coração, sabe como viver, não como um ser superior, mas como alguém que encanta, sem humilhar com seu conhecimento.