sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Nossa metamorfose...!!!!

A vida está sempre procurando alguém ou algum lugar p ficar parasitando....renascer...vida na terra insiste e é efémera...chega a ser cruel ela invade tudo e transforma tudo e lá nasce outra coisa...outra vida...nada morre tudo se transforma.Ninguém pode ficar quietinho...descansando...logo vem a aurora e o que era se acabou e uma nova flor aparece...As ninfas vivem na terra por 1 a 17 anos (depende da espécie) se alimentando da seiva de raízes(cigarras).


Ficheiro:Cicada molting animated-2.gif
 ciclo de vida de 13 anos

Metamorfose

vive debaixo da terra depois,
vem para cima da terra...
procria 
e morre...
então tudo se transforma
                                                   Deusa Matos

Uma palavra na bíblia diz que Deus não muda...No novo testamento diz Jesus Eu...Sou...Eu Estou...Que é o nome de Deus...! Único Deus supremo, onde o conceito da onisciência se mantêm tradicionalmente como uma verdade absoluta é a capacidade de saber tudo infinitamente (ad infinitum), incluindo pensamentos, sentimentos, vida, passado, presente, futuro, e todo universo, etc. .Omnipotência  ou onipotência  designa a propriedade de um Ser capaz de fazer tudo. onipresença  ou omnipresença  é a capacidade de estar em todos os lugares ao mesmo tempo.
Pensemos nisso!...Sim,veremos em tudo isso uma metamorfose...?
Não sei de onde vim nem para onde vou!...
Sabemos que somos feito da terra e para a terra voltaremos...tudo que é da terra fica na terra e nós apareceremos em algum lugar?

As reflexões sobre a vida, a transformação e as questões espirituais são profundas. Muitas culturas e filosofias têm explorado esses temas ao longo da história. A ideia de transformação e renovação está presente em muitas crenças e mitologias, assim como a busca por um entendimento mais profundo da existência.

A citação sobre Deus como um ser onisciente, onipotente e onipresente reflete algumas das concepções tradicionais de Deus em várias religiões. Esses atributos são frequentemente associados a um Deus supremo que está além da compreensão humana.

Quanto à nossa origem e destino, as respostas variam de acordo com diferentes sistemas de crenças. Algumas pessoas encontram conforto na ideia de que retornamos à terra de alguma forma, enquanto outras buscam respostas em suas religiões ou filosofias pessoais.

No final das contas, as questões sobre a vida, a morte e o significado são profundamente pessoais e podem não ter respostas definitivas. Cada um de nós pode encontrar significado e propósito de maneiras únicas ao longo de nossas jornadas.



sábado, 24 de novembro de 2012

livre- arbítrio stranger man(43anos)

Estou passando por uma transformação em minha vida. Por muito tempo, permaneci em um estado de existência onde acreditei em uma verdade, e percebi que minha inocência me protegeu, porém, também me deixou confuso e, para alguns, até ingênuo. Tornei-me influenciável por pessoas de má índole, tornando-me como um marionete. Anteriormente, eu acreditava que os indivíduos mal-intencionados pertenciam apenas ao mundo fictício das novelas. No entanto, saí do meu paraíso de ilusões e descobri, com grande dificuldade, que as pessoas más podem se esconder sob uma aparência amigável, como lobos em pele de cordeiro. Acomodar-se à zona de conforto pode levar-nos a evitar investigações e escolher o caminho mais fácil, mas, às vezes, isso nos leva à floresta escura.

Como disse certa vez Raul Seixas, "Tenho andado distraído, meio zonzo, quase sempre procurando algo que não sei bem o que é." Agora, estou vivenciando uma mudança, estou mais tranquilo e satisfeito com minha jornada.

No entanto, viver de forma aberta e exposta ao mundo também pode ser arriscado. É necessário ter cautela, agir com delicadeza, ser como uma pluma e, ao mesmo tempo, manter um senso de autenticidade. Ser excessivamente autocrítico pode ser prejudicial à nossa alma, já que, às vezes, o coração nos leva a caminhos incertos. Lembre-se de que estamos sempre cercados por inúmeras testemunhas, observando nossas ações e escolhas.

"Eu os estou enviando como ovelhas no meio de lobos. Portanto, sejam astutos como as serpentes e sem malícia como as pombas".

Claro, aqui está o texto revisado na norma culta:

O cavalo do horóscopo chinês é conhecido por suas características específicas. São indivíduos rápidos, talentosos e trabalhadores. São independentes por natureza e tendem a recusar conselhos alheios. Eles são naturalmente elegantes e carismáticos, tornando-se frequentemente populares em suas interações sociais. Gostam de participar de festas e eventos sociais, demonstrando habilidades de liderança, eloquência e persuasão. Tendem a valorizar sua liberdade e preferem não serem restringidos por regras e regulamentos sociais.

Os cavalos são conhecidos por sua determinação e pelo desejo de sucesso. Valorizam desafios e são trabalhadores incansáveis. No entanto, o fracasso pode ser particularmente difícil para eles, e podem levar um longo tempo para se recuperar de falhas e se sentirem humilhados.

Em termos de relacionamentos, os cavalos tendem a ter muitos romances antes de estabelecer compromissos mais sérios, mas quando encontram a pessoa certa, são protetores e leais. No entanto, eles também podem ser teimosos, egocêntricos e impulsivos em suas ações. As mulheres do signo de Cavalo são conhecidas por sua beleza, saúde e vitalidade, geralmente exibindo autoconfiança e presença física marcantes.

Em resumo, o Cavalo do horóscopo chinês é caracterizado por sua personalidade vibrante, sua busca pelo sucesso e sua necessidade de liberdade. Embora sejam indivíduos carismáticos e talentosos, também podem ser temperamentais e impulsivos em algumas situações.

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Agostinho da Silva, in 'Sobre as Escolhas'






Se estamos todos muito bem preparados para reclamar liberdade para nós próprios, menos dispostos parecemos para reclamar sobretudo liberdade para os outros ou para lhes conceder a liberdade que está em nosso próprio poder; se conhecêssemos melhor a máquina do mundo, talvez descobríssemos que muita tirania se estabelece fora de nós como se fosse a projeção ou como sendo realmente a projeção das linhas autocráticas que temos dentro de nós; primeiro oprimimos, depois nos oprimem; no fundo, quase sempre nos queixamos dos ditadores que nós mesmos somos para os outros; e até para nós próprios, reprimindo todas as tendências que nos parecem pouco sociais ou pouco lucrativas, desejando muito que os outros nos vejam como simples, bem ajustados, facilmente etiquetáveis. 

Álvares de Azevedo : Lágrimas de sangue



Ao pé das aras no clarão dos círios 
Eu te devera consagrar meus dias; 
Perdão, meu Deus! perdão 
Se neguei meu Senhor nos meus delírios 
E um canto de enganosas melodias 
Levou meu coração! 
Só tu, só tu podias o meu peito 
Fartar de imenso amor e luz infinda 
E uma Saudade calma; 
Ao sol de tua fé doirar meu leito 
E de fulgores inundar ainda 
A aurora na minh'alma. 
Pela treva do espírito lancei-me, 
Das esperanças suicidei-me rindo... 
Sufoquei-as sem dó. 
No vale dos cadáveres sentei-me 
E minhas flores semeei sorrindo 
Dos túmulos no pó. 
Indolente Vestal, deixei no templo 
A pira se apagar - na noite escura 
O meu gênio descreu. 
Voltei-me para a vida... só contemplo 
A cinza da ilusão que ali murmura: 
Morre! - tudo morreu! 
Cinzas, cinzas... 
Meu Deus! só tu podias 
À alma que se perdeu bradar de novo: 
Ressurge-te ao amor! 
Malicento, da minhas agonias 
Eu deixaria as multidões do povo 
Para amar o Senhor! 
Do leito aonde o vício acalentou-me 
O meu primeiro amor fugiu chorando. 
Pobre virgem de Deus! 
Um vendaval sem norte arrebatou-me, 
Acordei-me na treva... profanando 
Os puros sonhos meus! 
Oh! se eu pudesse amar!... - É impossível! 
Mão fatal escreveu na minha vida; 
A dor me envelheceu. 
O desespero pálido, impassível 
Agoirou minha aurora entristecida, 
De meu astro descreu. 
Oh! se eu pudesse amar! 
Mas não: agora 
Que a dor emurcheceu meus breves dias, 
Quero na cruz sangrenta 
Derramá-los na lágrima que implora, 
Que mendiga perdão pela agonia 
Da noite lutulenta! 
Quero na solidão - nas ermas grutas 
A tua sombra procurar chorando 
Com meu olhar incerto: 
As pálpebras doridas nunca enxutas 
Queimarei... teus fantasmas invocando 
No vento do deserto. 
De meus dias a lâmpada se apaga: 
Roeram meu viver mortais venenos; 
Curvo-me ao vento forte. 
Teu fúnebre clarão que a noite alaga, 
Como a estrela oriental me guie ao menos 
Té o vale da morte! 
No mar dos vivos o cadáver bóia - 
A lua é descorada como um crânio, 
Este sol não reluz: 
Quando na morte a pálpebra se engóia, 
O anjo se acorda em nós - e subitâneo 
Voa ao mundo da luz! 
Do val de Josafá pelas gargantas 
Uiva na treva o temporal sem norte 
E os fantasmas murmuram... 
Irei deitar-me nessas trevas santas, 
Banhar-me na frieza lustral da morte 
Onde as almas se apuram! 
Mordendo as clinas do corcel da sombra, 
Sufocando, arquejante passarei 
Na noite do infinito. 
Ouvirei essa voz que a treva assombra, 
Dos lábios de minh'alma entornarei 
O meu cântico aflito! 
Flores cheias de aroma e de alegria, 
Por que na primavera abrir cheirosas 
E orvalhar-vos abrindo? 
As torrentes da morte vêm sombrias, 
Hão de amanhã nas águas tenebrosas 
Vos rebentar bramindo. 
Morrer! morrer! 
É voz das sepulturas! 
Como a lua nas salas festivais 
A morte em nós se estampa! 
E os pobres sonhadores de venturas 
Roxeiam amanhã nos funerais 
E vão rolar na campa! 
Que vale a glória, a saudação que enleva 
Dos hinos triunfais na ardente nota, 
E as turbas devaneia? 
Tudo isso é vão, e cala-se na treva - 
Tudo é vão, como em lábios de idiota 
Cantiga sem idéia. 
Que importa? quando a morte se descarna, 
A esperança do céu flutua e brilha 
Do túmulo no leito: 
O sepulcro é o ventre onde se encama 
Um verbo divinal que Deus perfilha 
E abisma no seu peito! 
Não chorem! que essa lágrima profunda 
Ao cadáver sem luz não dá conforto... 
Não o acorda um momento! 
Quando a treva medonha o peito inunda, 
Derrama-se nas pálpebras do morto 
Luar de esquecimento! 
Caminha no deserto a caravana, 
Numa noite sem lua arqueja e chora... 
O termo... é um sigilo! 
O meu peito cansou da vida insana; 
Da cruz à sombra, junto aos meus, agora 
Eu dormirei tranqüilo! 
Dorme ali muito amor... muitas amantes, 
Donzelas puras que eu sonhei chorando 
E vi adormecer. 
Ouço da terra cânticos errantes, 
E as almas saudosas suspirando, 
Que falam em morrer... 
Aqui dormem sagradas esperanças, 
Almas sublimes que o amor erguia... 
E gelaram tão cedo! 
Meu pobre sonhador! aí descansas, 
Coração que a existência consumia 
E roeu um segredo! ... 
Quando o trovão romper as sepulturas, 
Os crânios confundidos acordando 
No lodo tremerão. 
No lodo pelas tênebras impuras 
Os ossos estalados tiritando 
Dos vales surgirão! 
Como rugindo a chama encarcerada 
Dos negros flancos do vulcão rebenta 
Gotejando nos céus, 
Entre nuvem ardente e trovejada 
Minh'alma se erguerá, fria, sangrenta, 
Ao trono de meu Deus... 
Perdoa, meu Senhor! 
O errante crente 
Nos desesperos em que a mente abrasas 
Não o arrojes p'lo crime! 
Se eu fui um anjo que descreu demente 
E no oceano do mal rompeu as asas, 
Perdão! arrependi-me!



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Dentro de mim


Dentro de mim habita um ser
Que me deixa confusa
Que me deixa às vezes carente
Outra vezes intensa e sedutora
Mas por outras me faz sentir frágil
Uma fragilidade que me deixa sem rumo
Dentro de mim habita um ser
Que chora com a mesma intensidade que ri
Tem a boca como a janela de sua alma
Seus lábios são portais de luz
Dentro de mim habita um ser
Que busca respostas para tantas perguntas
Que quer e deseja ser feliz
Dentro de mim habita um ser
Que sonha com sonhos dourados
Que sabe o valor dos raios do sol
E viaja nas ondas do mar
Dentro de mim habita um ser
Que canta e tem fé
Que sente que está dentro de mim
Que faz do meu coração a sua casa
Dentro de mim habita um ser
Que eu sou ele e ele sou eu
Dentro de mim habita um ser
Que juntos eu e ele somos um só.

Maribel
agora mesmo...


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sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Witch
















As bruxas são geralmente retratadas como velhas más, que possuem feitiços, e voam em suas vassouras mágicas e manipuladoras da Magia Negra.